Para o 55º desafio os urbansketchers propuseram a realização de autorretrato. Foi assim que respondi.
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sexta-feira, 5 de junho de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
Cascais
Este fim de semana tive a sorte de poder estar em muitos lados e desenhar o que fui vendo. Este desenho foi feito no dia 1. Sentado junto à ravina da boca do inferno em cascais comecei a desenhar a pedra que estava próxima de mim e terminei ao fundo no pontão. É um exercício de desenho que gosto muito de fazer. E normalmente não sinto necessidade de aplicar cor. Quando termino a última linha está terminado.
As operárias
No dia 1 tive o privilégio de assistir à estreia desta peça de teatro. Foi um acontecimento extraordinário por várias razões. Desde logo porque conseguiram transportar-me para dentro do palco de tal forma, que num determinado momento pensei "tenho de desenhar isto". Tirei o meu diário gráfico e comecei a desenhar mesmo às escuras. Desenhei freneticamente, para absorver melhor o que estava a viver. Outra sensação maravilhosamente estranha que me aconteceu, foi não ter sentido que existisse um fim. O espetáculo não terminou. Continua em mim. Viajei pelo passado e pelo presente e continuo a viajar até ao futuro. Obrigado! Muito obrigado!
sábado, 2 de maio de 2015
A casa
A casa fica na praia do sul na Ericeira. Já esteve quase em ruinas. Dada a sua localização privilegiada é o sonho de qualquer apaixonado pelo mar. Porque dali só se vê mar. Gostava de imaginar que um dia iria ser minha. Tenho vários desenhos com as várias fases das obras que foi sofrendo. Uma espécie de relatório para o futuro. Mas segundo me disseram já foi comprada pelo Cristiano Ronaldo. O malandro (penso eu para mim) roubou-me a casa. E pelas inúmeras árvores que estão a ser plantadas, brevemente nem a poderei desenhar.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Páscoa
No domingo de Páscoa a família costuma reunir-se em redor da mesa. A Azáfama da cozinha começa antes. è um excelente altura para desenhar (até que alguém diz: e tu não ajudas?).
domingo, 29 de março de 2015
Mais um excelente encontro em lisboa
Hoje fui até ao centro da capital lisboeta para participar em mais um encontro de urbansketchers desta vez organizado pelo Nelson Paciência. Para quem não conhece aconselho que visitem o seu blogue http://nelsonpaciencia.blogspot.pt/ . O tema de hoje foi reabilitação urbana. Fomos à descoberta de recantos, de edifícios devolutos e dos que foram intervencionados.
sábado, 28 de março de 2015
Torres Vedras
O André Batista organizou mais um encontro de desenho em Torres Vedras hoje dedicado ao dia internacional dos centros históricos. Foi uma tarde muito bem passada numa cidade cheia de ruelas para descobrir.
domingo, 22 de março de 2015
No banho
Gosto de me desafiar a desenhar em espaços pequenos. Obriga-me a olhar para a perspetiva de outra maneira. O caderno panorâmico é excelente para esta experiência.
terça-feira, 3 de março de 2015
Encontro na Mãe d'Água
O encontro na Mãe d'Água das Amoreiras foi bastante interessante. Lá de cima do terraço a vista sobre lisboa é majestosa. Apesar do vento consegui desenhar uma parte de Lisboa com o tejo ao fundo. Dentro do reservatário decidi explorar a luz e os reflexos que davam aquele lugar um ambiente único.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Kendo
Podem saber mais sobre o Kendo aqui:
http://www.japaoemfoco.com/arte-marcial-kendo/
Para saberem um pouco mais:
https://www.youtube.com/watch?v=dL9ZJb7TY28
E aqui fica o meu desenho do shinai.
Ferramentas
Os urbansketchers Portugal http://urbansketchers-portugal.blogspot.pt/ lançaram no passado, vários desafios sobre desenho em diário gráfico. Estes desafios tinham como objetivo estimular o uso do diário gráfico, prática que aconselho. Após uma paragem os desafios voltaram. Neste que está a decorrer até fim de Fevereiro, o tema é Ferramentas. Esta foi a minha resposta ao desafio.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Desenhar com frio
Pode-se transformar o frio numa vantagem para o desenho. Acho que sim. No meu caso optei por fazer desenhos mais rápidos num caderno A6. Isto é vantajoso porquê? O desenho é feito de escolhas. O caderno pequeno exige que sejamos sintéticos. O desenho termina mais depressa, por isso estamos parados pouco tempo. Desenho mais coisas, mas em momentos diferentes, logo absorvo (coleciono) mais.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Um dia em Torres Vedras
A semana passada estive novamente em Torres Vedras. Sempre que existe um encontro organizado pelo André Duarte Batista só se podem esperar coisas boas. Por isso as expetativas eram grandes. E é claro que nos voltou a surpreender com excelentes escolhas temáticas. O artista convidado foi o Pedro Alves que tem uma forma de encarar o desenho muito interessante. Podem saber mais em:
http://intervalosalmoco.blogspot.pt/
Os desenhos que fiz nesse dia forma os seguintes:
http://intervalosalmoco.blogspot.pt/
Os desenhos que fiz nesse dia forma os seguintes:
A estação divide dois mundos. Do lado direito temos a parte habitada. Do lado esquerdo temos a industria.
Colecionando objetos da destilaria.
A relação entre o aqueduto e o edifício do Instituto da Vinha e do Vinho
Dentro do edifício abandonado do Instituto da Vinha e do Vinho.
O alambique da aguardente.
Relação entre o espaço e as pessoas.
Último desenho do dia. Na parede pode ler-se "Não caminho sozinho!". Uma expressão que aplica muito bem a esta atividade de desenho em diário gráfico.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
O tempo que não se mede, sente-se.
A noite está a chegar. A luz do dia desaparece. Começam a surgir outras luzes. Desenho e tremo, porque o frio não dá tréguas. É uma corrida contra o tempo. Um tempo que não se mede com relógios. Adoro estar aqui.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Um registo rápido
O desenho abranda-me. Perco-me nas linhas. Mas neste caso quando comecei o desenho o sol já tinha desaparecido. A folha do caderno mal se via pelo que optei por fazer um desenho muito rápido (quase desenho cego). O desenho é feito de escolhas. É para mim interessante ver as escolhas que fiz perante a falta de tempo. Também gosto de sentir este registo rápido mas não stressante. É uma calma rápida.
A cor acrescentei depois mas acho que não trouxe nada de novo ao desenho. Talvez um pouco de contraste.
A cor acrescentei depois mas acho que não trouxe nada de novo ao desenho. Talvez um pouco de contraste.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Desenhar no metro
Desenhar pessoas é um grande desafio. Para mim tentar captar o rosto de cada um é fascinante. Por isso vou muitas vezes para o metro desenhar.
domingo, 21 de dezembro de 2014
180 graus
Estar à espera num corredor longo e estreito pode revelar-se um período de tempo interessante se tivermos o nosso diário gráfico. Aproveitei as linhas formadas pelos azulejos para experimentar uma perspetiva de 180º. O desenho (improvável) revelou-se um excelente desafio. E de repente os papeis inverteram-se. Já não era eu que esperava. Enquanto terminava apressadamente o desenho ouvia lá ao fundo um "nós esperamos por ti lá em cima".
sábado, 20 de dezembro de 2014
Encontros do Solstício nos Jardins da Gulbenkian
Hoje só pude estar no Jardim da Gulbenkian durante a manhã. O exercício proposto pela Margarida Aguiar consistia em desenhar diferentes planos intercalados com linha e mancha. A linha feita a caneta, a mancha feita a aguarela. Mas eu não tinha levado aguarelas, só as minhas PITT ARTIST PEN. No primeiro exercício utilizei as aguarelas que o André Duarte Baptista me emprestou. Como já não sentia os dedos, por causa do frio, fui dar uma volta pelo jardim. No segundo desenho utilizei as mesmas regras do exercício proposto, mas destas vez, utilizei as minhas canetas. Podemos fazer mancha de muitas formas. Neste caso tirei a ponta das canetas que tem aproximadamente 2 centímetros e desenhei a mancha com a ponta deitada sobre o papel.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Automóveis
Desenhar pode ser um grande desafio. Não porque seja mais difícil desenhar automóveis do que outras coisas, mas porque temos muitas imagens pré-consebidas na nossa cabeça, de como deve ser um automóvel. A solução é desenharmos o que estamos a ver e não o que pensamos estar a ver.
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